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domingo, 23 de outubro de 2011

Este estudo pressupõe que há falta de perdão nos relacionamentos familiares. Será que essa pressuposição é verdadeira? Se olharmos para as estatísticas de separações entre marido e mulher e entre pais e filhos (abandono do lar), temos que admitir que o perdão não está sendo praticado.

A crise de perdão na família reflete uma crise conjugal.
A crise conjugal reflete uma crise espiritual. Os nossos relacionamentos horizontais dependem de nosso relacionamento vertical.
A Importância do Perdão. Uma família não pode subsistir sem perdão, pois invariavelmente vamos errar uns com os outros. O perdão é a possibilidade da convivência. O perdão é um indicador de nossa compreensão do amor de Deus por nós – “suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também”. Colossenses 3.13.
Todos nós experimentamos ofensas: um amigo que nos trai, um filho ingrato, a parcialidade dos pais, uma palavra áspera, uma acusação falsa, uma data pessoal esquecida, a indiferença de alguém que nos é importante.
Perante a ofensa exercemos a escolha. Podemos "PERDOAR OU TORNAR-NOS RESSENTIDOS. AMAR OU ODIAR, ESTABELECER RELACIONAMENTOS OU ROMPÊ-LOS." A primeira escolha leva-nos à liberdade constante, uma vida de sinceridade e opções . A segunda escolha, inevitavelmente, leva-nos a uma escravidão dentro de nós mesmos. A primeira resulta em crescimento espiritual, a segunda, em amargura. PERDÃO É CURA.
Ofensas Comuns na Família
Papéis não assumidos.
1. Maridos - liderança em amor, disciplina dos filhos, direção espiritual, sustento do lar.
2. Esposas - submissão e respeito, cuidado da casa, apoio e estímulo para o marido, orientação aos filhos.
3. Filhos - honra e obediência aos pais.
4. Pais - orientação e disciplina firme, amorosa e coerente, amizade, suprimento emocional, material e espiritual.
Negligência às necessidades básicas.
1. Dos maridos - respeito, realização sexual.
2. Das esposas - carinho, proteção, atenção e amizade.
3. Dos filhos - atenção, tempo, amizade.
4. Dos pais - obediência, boa conduta.
Falhas pessoais:
1. Esquecimentos. Datas, promessas, etc.
2. Egoísmo.
3. Ira.
4. Agressões. Físicas, verbais.
5. Infidelidade. Quebra dos votos conjugais - quais?
O Que é o Perdão?
O perdão não é basicamente uma emoção, mas uma decisão! É um ato de minha vontade, não de minhas emoções. “Suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também”. Colossenses 3.13.
O perdão é a decisão de não levantar mais a ofensa perante três pessoas:
1. Deus.
2. Os outros (inclusive o ofensor)
3. E eu mesmo.
Perdão é diferente de absolvição. Absolvição relaciona-se com as conseqüências da ofensa, enquanto perdão relaciona-se com a nossa atitude (reação emocional) para com a ofensa e para com o ofensor.
Perdão é, portanto uma questão de obediência a uma ordem do Senhor. “Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo”.Efésios 4.32. “Tende cuidado de vós mesmos; se teu irmão pecar, repreende-o; e se ele se arrepender, perdoa-lhe. Mesmo se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me; tu lhe perdoarás. Disseram então os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé. Respondeu o Senhor: Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: Desarraiga-te, e planta-te no mar; e ela vos obedeceria. Qual de vós, tendo um servo a lavrar ou a apascentar gado, lhe dirá, ao voltar ele do campo: chega-te já, e reclina-te à mesa? Não lhe dirá antes: Prepara-me a ceia, e cinge-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido, e depois comerás tu e beberás? Porventura agradecerá ao servo, porque este fez o que lhe foi mandado? Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis; fizemos somente o que devíamos fazer”. Lucas 17.3-10.
Perdão é unilateral; ele não depende dos "méritos" do ofensor. Não há limite para se perdoar. “Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete”. Mateus 18.21-22.
Alguns Esclarecimentos sobre o Perdão
Perdão é uma reação positiva para com a ofensa, ao invés de uma reação negativa para com o ofensor. Ofensas são oportunidades para ou perdoar ou ficar amargurado. Uma reação positiva significa olhar aquela ofensa como oportunidade para crescer na vida, ou para refletir as qualidades de Cristo para com o ofensor.
Ao perdoar podemos ver o ofensor como instrumento de Deus em nossa vida. “Vendo os irmãos de José que seu pai estava morto, disseram: Porventura José nos odiará e nos retribuirá todo o mal que lhe fizemos. Então mandaram dizer a José: Teu pai, antes da sua morte, nos ordenou: Assim direis a José: Perdoa a transgressão de teus irmãos, e o seu pecado, porque te fizeram mal. Agora, pois, rogamos-te que perdoes a transgressão dos servos do Deus de teu pai. E José chorou quando eles lhe falavam. Depois vieram também seus irmãos, prostraram-se diante dele e disseram: Eis que nós somos teus servos. Respondeu-lhes José: Não temais; acaso estou eu em lugar de Deus? Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; Deus, porém, o intentou para o bem, para fazer o que se vê neste dia, isto é, conservar muita gente com vida. Agora, pois, não temais; eu vos sustentarei, a vós e a vossos filhinhos. Assim ele os consolou, e lhes falou ao coração”. Gênesis 50.15-21.
Ao perdoar reconhecemos o direito que só Deus tem de julgar. “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança, eu retribuirei, diz o Senhor”. Romanos 12.19.
Conseqüências da Falta de Perdão
Conseqüências Físicas: amargura prolongada causa alguns efeitos físicos tais como úlceras, pressão alta, descargas de adrenalina (por causa da associação com a ira) e outras complicações.
Conseqüências Emocionais: depressão é a maior conseqüência. Uma amargurar prolongada pode gerar um foco emocional em nossa mente que tira de nós uma grande dose de energia por causa de força que precisamos para manter nossas "broncas" contra aqueles que nos ofenderam.
Conseqüências Espirituais: nosso relacionamento com Deus é sensivelmente prejudicado, visto que estamos em desobediência à Sua Palavra. Tudo isso aparecerá inevitavelmente no contexto familiar.
Como Perdoar
Decida perdoar. Primeiro vem à obediência e depois o sentimento.
O perdão pode implicar em confrontação. “Ora, se teu irmão pecar, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, terás ganho teu irmão”. Mateus 18.15.
Motive-se no exemplo de Cristo. Dependa da Sua Graça. Temos um exemplo de um rapaz crente que perdeu o seu filho e a sua esposa baleados no banco, ele decidiu perdoar, pessoas não entenderam, mas ele perdoou – “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. Filipenses 4.13.
Busque o bem do ofensor. “Antes, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem”. Romanos 12.20-21.
Faça um compromisso com Deus de jamais levantar as ofensas perante Ele, perante os outros (inclusive o ofensor), e perante você mesmo.
Ministração
Você, depois de ler este estudo terá um grande desafio. O desfio de tomar uma decisão, perdoar e ser semelhante a Jesus Cristo, e ver a sua vida interior e familiar restaurada. Faça isso hoje mesmo. Perdoe as pessoas que lhe ofendeu, que lhe feriram, libere-as e seja livre também em nome de Jesus. Desafio ao perdão!

Pr. Edmundo Felix

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