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sábado, 19 de maio de 2012


De todas as transformações sofridas pela família, a relação mais significativa hoje é a de marido e mulher. É uma relação por excelência que precisa ser mutuamente nutrida. É preciso existir entre o casal trocas primárias, essenciais para conversar os vínculos da saúde física e mental. Ninguém pode dar a esposa o que só o marido pode dar. Em sua fome de afeto, ela pode até recorrer a outras fontes, mas não será devidamente nutrida. Terá um efeito de expulsão e repulsa, acarretando uma série de conflitos psicológicos. Em vez de aliviar o sofrimento, aumentará a dor.
Da mesma forma, o marido somente pode ser afetivamente alimentado por sua mulher. Ele pode até buscar beber em outras fontes, mas o preço será muito alto em termos de vazio, culpa e solidão. Sabemos que para ele é mais difícil entender a linguagem do amor, da ternura e da fragilidade, muitas vezes confundindo afeto com sexo. Tanto isso é verdade que a maior queixa da mulher é ser procurada apenas para sexo, quase sempre sem preparo adequado. A mulher precisa de 15 a 18 minutos para chegar ao orgasmo, enquanto o homem necessita de apenas três minutos. Se o marido não entender que a mulher precisa ser preparada ele a está estuprando. E isso é desnutrir, mesmo nos momentos de maior proximidade.



Quanto mais bem tratada efetivamente for à mulher, melhor parceira sexual ela será. Mas o trato afetivo vai, além disso. A mulher será feliz, terá saúde e alegria de viver.

Sempre que vou a um casamento, percebo no ar a esperança, o sonho, o companheirismo, a abundância de carinhos, muito amor, longas conversas de mãos dadas, entre o casal. Depois da festa, a viagem de glória, o desabrochar da vida a dois, o apogeu.

Pouco tempo passa, e então encontro algumas esposas. Em muitas delas o viço murchou, o vigor desapareceu, o processo de decadência começou. Os olhos perderam o brilho, o semblante cansado, os ombros caídos.

Ao procurar a razão dessa mudança, a resposta é clara: carência afetiva, muitas vezes sentida já na viagem de núpcias.

Por mais independente, orgulhosa e liberada que seja a mulher, é no marido que ela encontra nutrição emocional. É dele que ela valoriza a compreensão e o companheirismo.

Mesmo que ela ofereça barreiras, cabe a ele quebrá-las para nutri-las.

Blog do Ministério de Casais da Primeira Igreja Batista de Curitiba

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