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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Comunicação é o centro dos relacionamentos e a chave para um relacionamento saudável entre marido e mulher. Podemos através das palavras produzir vida ou morte? Felicidade ou infelicidade? Benção ou Maldição? A escolha é de cada um, dependendo da disposição e capacidade em dialogar. Ter aptidão para se comunicar com seu cônjuge é fundamental.
No casamento há os mais variados tipos de choques de adaptação, de altos e baixos. Antes de se casarem, vocês não compartilhavam todos os momentos, mas sim as horas boas, divertiam-se juntos. Casados, vocês terão trabalho, casa, adaptações e talvez filhos - um conjunto novo de desafios. Eles testarão sua dedicação, sua seriedade, sua jornada com Deus.
Mas para tudo isto é necessário aprender a comunicar-se.Se viverem a sua vida sem o relacionamento mais íntimo, sem satisfação, estarão perdendo algo que Deus sempre quis que existisse no casamento de vocês. Mas o que é comunicação? É a expressão de idéias e pensamentos através de gestos, voz, escrita etc., com o propósito de um entendimento em comum. Comunicação é uma arte. Temos necessidade de aprendê-la constantemente.

Muitas esposas sentem-se frustradas com a comunicação em seu casamento. Talvez consigam conversar com seus maridos sobre uma porção de assuntos, mas não conseguem penetrar em níveis mais profundos na comunicação íntima. Vejamos alguns níveis de comunicação:
5o. Nível – CONVERSA SUPERFICIAL – conversas triviais, do dia a dia, como clichês ou chavões. Ex: “Será que vai chover?”, “Estou deixando o dinheiro ali”.
4o. Nível – RELATO de FATOS - relata fatos, porém somente de outros. Ex: “Você viu a vida de fulano”. 3o. Nível – VERBALIZAÇÃO de IDÉIAS e JULGAMENTOS – já começa uma comunicação real, mas discreta, onde idéias e soluções já são dadas. Ex: “Eu acho que . . .”.
2o. Nível – VERBALIZAÇÃO de SENTIMENTOS e EMOÇÕES – Já compartilha o que sente, o que traz emoção. Ex: “Fique magoada com o que você me disse”.
1o. Nível – REVELAÇÃO de NECESSIDADES PESSOAIS e EMOCIONAIS – Tem intimidade, com franqueza e verdade. Ex: “Preciso que você me abrace por alguns minutos”. Precisamos ter liberdade para nos comunicarmos com Deus e com o nosso cônjuge. Se não está assim está ocorrendo um ou mais problemas.
Mas, por que muitos casais e famílias não se comunicam ou existem barreiras na comunicação?
• Criações Diferentes - um é família, outro cada um por si.
• Temperamentos Diferentes - forma de descontração diferente, quieto/falante, teatro-festa/casa-não sai.
• Tem dificuldades de expressão - há pessoas que possuem dificuldades para falar com outros. Elas não aprenderam a falar claramente e encontram dificuldades até para formar frases.
• Tem receio de expor o que pensam e sentem - por não quererem se magoar, caso alguém discorde deles ou acham que falar não vai resolver nada, então, por que dialogar?
• Tem complexo de inferioridade - a pessoa acha que não tem nada a oferecer, que suas opiniões não tem valor, que não entende de nada, que a pessoa com quem está falando é melhor do que ela.
• Falta de conhecimento sobre as necessidades diferentes entre os sexos:
Homens - admiração e respeito (quando passa por fracassos, necessita que a esposa o reanime), satisfação sexual, companheirismo recreacional, esposa atraente (influenciado pelo que vê), apoio da esposa (relacionado ao trabalho. Às vezes não admite, mas têm).
Mulheres - Palavra chave: emoção - afeição (carinho), conversação (detalhista), honestidade e franqueza, sustento financeiro (segurança e proteção), dedicação à família (ela e aos filhos).
• Uso de expressões físicas: lágrimas, gritos, atos de violência, silêncio, caricaturas. Muitos recorrem às lágrimas para fugirem de uma conversa mais dura e séria. Há os que gritam pensando em estar com o controle da situação. Existem os violentos, trocam tapas, torcem o braço, dão unhadas, etc. O silêncio é outra alternativa usada pelos cônjuges como desprezo, indiferença. Fazer caretas parece algo infantil, mas há muitos casais que escolhem este método quando se sentem zangados ou irritados.
• Ouvir sem escutar
• Não se olharem nos olhos um do outro
• Estarem ocupados demais para conversar
• Luta pelo poder
• Utilizarem palavras ou frases impensadas - A mulher guarda mais que o homem. Os homens devem tomar cuidado com frases tipo: "Sua gorda", "sua isso, sua aquilo".
• Necessidades neuróticas como obsessão, tratar o outro como uma posse, ciúmes.
• Casos do deveria - o que o outro deveria fazer -> Injustiça
• Casos do nunca - você exagera tudo. "Ele nunca me ajuda", "ela nunca vai aonde quero ir".
• Autoritarismo - demonstra insegurança e fraqueza. SUGESTÕES:
• Nunca use o ridículo ou zombaria. Demonstre respeito.
• Aceite mudanças.
• Escolha o tempo certo para comunicar-se. O casal deve buscar qual a melhor hora para dialogar.
• Cuidado com palavras ásperas, que agridem.
• Fale a verdade, mas com amor.
Faz parte da tendência humana camuflar motivos, comportamentos, palavras que atestam contra nossa imagem. Mas a comunicação séria e profunda necessita de um compromisso mútuo de honestidade.
A comunicação é uma rua de duas mãos, isto é, não basta somente falar, mas também ouvir. Ouvir é se preocupar com o que o outro está falando, é procurar compreender os sentimentos.
O casal que está empenhado em alcançar um nível mais intenso em seu diálogo deve abandonar essas manias infantis e imaturas e aprender a se expressar de maneira adulta e madura.
Pergunte a si mesmo se o que você falará edificará seu relacionamento.
Estejam sempre prontos a dizer:
1 - Eu estou errado(a), 2 - Me perdoe, 3 - Eu te amo!
Extraído do site: www.redecasais.com

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